Se eu tivesse um vizinho(a), que me viesse bater à porta a dizer: “Olá!!! Eu sou o teu novo vizinho” e me entrasse casa a dentro, dava-lhe um murro nos cornos e punha-o a andar.
Mas afinal o que é que vem a ser isto? Então é assim, entram em minha casa sem mais nem menos e ainda por cima vêm logo à procura de comer? Na, na, na, na…
Queres Kinder vai comprar, olha a merda… Dass, faz-te homem Nelson Évora, que grande menino.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Crise na área de assaltos a casas
Ultimamente tenho lido muitas noticias sobre assaltos a casas particulares. Diz que os bandidos entram casas a dentro, partem e viram tudo o que é “buraco” para encontrar ouro e/ou dinheiro.
Diz que até entram com pessoas lá dentro. Esta merda aflige-me, porque posso estar a fazer cocó e não gosto nada de ser interrompido quando estou concentrado, perco logo a vontade e depois os gazes sobem-me para o peito e dá-me afrontamentos. Depois não há comprimidos de carvão que me valham..
Eu cá não tenho nada para roubar, por isso comigo os bandidos estavam fudidos, sou o pesadelo de qualquer bandido, a não ser que seja um bandido que goste de molestar garotinhos lindos à bruta.
Um assalto à minha casa era apenas uma descarga de adrenalina desnecessária. Lá em casa a única cena dourada que temos, é a breguilha das minhas calças de ganga compradas na H&M e as pulseiras de pechisbeque da minha mulher adquiridas na mesma loja.
Quanto ao dinheiro, “bitch please”. Nem vou comentar sobre dinheiro, com medo de não ter dinheiro suficiente para pagar a elevada fatura de luz que aí vem, por ter sido esbanjador de energia, enquanto escrevia no meu PC sobre o dinheiro que não tenho.
São tantos os assaltos a casas que qualquer dia os assaltantes vão ter de mudar de ramo. A crise não perdoa a ninguém e a área de assaltos a casas particulares está a ficar com mercado de trabalho estrangulado. Qualquer dia vão chegar a casa de um gajo e “DASSS já foi assaltada…” Vai ser como os vendedores da ZON quando vão lá a casa perguntar se não quero comprar um serviço que já tenho instalado, só com a diferença que não vão poder perguntar se estou satisfeito com o serviço que tenho.
Pelo sim pelo não, vou virar a minha casa do avesso e deixar tudo em pantanas. Assim a probabilidade de assalto fica reduzida, e não corro o risco de que me levem a PS3 e os CD’s de Pearl Jam!
Só queria ver a cara dos bandidos
PS: A alternativa dos bandidos é o negócio da Politica. Dá para continuar a roubar quem já foi brutalmente roubado de forma ilimitada.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Pipocas no cinema.
Este fim-de-semana eu e o meu mulherão, quisemos dar um chapada sem mão à crise e perpetrámos um devaneio financeiro. Pois então que decidimos ir ao cinema. O meu cinema preferido é o Londres (na avenida de Roma), por um motivo:
Não têm pipocas.
Eu adoro papar pipocas, são o melhor petisco para acompanhar na visualização de um filme. Todo o cinéfilo que se preze gosta de se abastecer de um copinho de pipocas. A menos que frequentem o CineBolso, nesse caso aconselho a troca das pipocas por um impermeável.
Agora perguntam: “se adoras pipocas por que motivo vais a um cinema que não vende pipocas?”. Passo a explicar caro leitor:
O problema das pipocas, coitadas, é que normalmente entram nas salas de cinema nas mãos de pessoas que já não comiam nada há pelo menos duas semanas, que têm o hábito de comer de boca aberta e de tentar falar com o parceiro de cinema enquanto comem ao mesmo tempo. Sim tentar, como não conseguem parar de comer, a suposta “conversa” não passa apenas de um mugido: “Já vist…unho munho muuuu é muita bomnhonhonhonh”
Eu proponho a criação do movimento "Comer de boca fechada e não fazer barulhos que mais parecem os de um Javali a comer parafusos nos cinemas de Portugal".
PS: Nunca vi um javali a comer, mas deve ser um bebé ao lado destas bestas.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Cenas do Natal
Cheira a castanhas assadas e a terra molhada. É o Cheiro de Natal, claro está que está na hora de ir ao baú tirar a arvore de Natal, o presépio e aturar a Popota, que perdeu a piada toda quando a SIC pôs no ar um programa de gordinhos de verdade a dançar.
Só por causa das merdas este ano vou retirar do presépio o Rei mago Gaspar. Estou tão farto do ministro das finanças, que nem quero correr o risco de olhar para um objeto que me faça lembrar que ele existe, senão ainda me tira do sério e não quero ser desagradável nesta época tão linda e cheia de amor.
Pensando bem, não vou colocar também os outros Reis magos, “diz-me com quem andas dir-te-ei quem és”, são todos farinha do mesmo saco, escumalha. E olha, o Menino Jesus também não tem lugar no presépio, mas o que vem a ser isto? Uma PPP ou quê? Então o menino é amigo de corruptos, que ainda por cima lhe levam presentinhos pagos com o dinheiro do povo? Isso é que era bom.
E o José e a Maria que tenham paciência, também vão ter de ir. Estamos em época de cortes e epá, e a Segurança Social não pode dar-se ao luxo de oferecer estadias grátis em estábulos.
Além disso com esta crise tive fechar atividade, visto que o Rei mago andou a mamar impostos à grande, agora não tenho dinheiro para dar continuidade à minha atividade pastorícia. Azar dos azares com a vaga de assaltos que anda por aí, roubaram-me o burro e a vaca durante a noite.
O estabulo está à venda. Tem um poço em pedra pomes, uma cama de palha, musgo verdadeiro no telhado e é de madeira prensada. Faço plano de pagamentos a prestações, não aceito cheques, pfv enviem ofertas.
Acho que o Governo está a mexer comigo e a matar a magia do Natal.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Depois da manifestação de ontem
Às vezes penso que o nosso país está como está, porque existem algumas pessoas que acham que uma manifestação a sério é puxar fogo às merdas, arremessar pedras da calçada e petardos às forças policiais.
Mais triste é abrir o meu Facebook, e ver que tinha “amigos” a dizer que o que viram foi muito giro (estou a falar das pedradas aos policias etc…) e que finalmente acordamos. Pois que deixaram de ser meus amigos muito rapidamente.
Se esta merda é acordar eu prefiro ficar “manso” e a dormir. Concordo com as manifestações desde que sejam pacificas. Não acho mesmo que andar à porrada vá resolver alguma coisa, a menos que sejam o Son-Gon-ku e que tenham de derrotar uma força do mal que vá destruir o mundo com um raio de energia que sai do olho do cu.
O que se passou ontem foi para mim uma vergonha e fiquei desiludido como Português. Obviamente que não estou a falar das pessoas que se manifestavam de forma completamente legitima e ordeira. Estou a falar daquela minoria cobarde que tapa a cara com mascaras e afins.
Essas pessoas eram a minoria, mas uma minoria suficiente para provocar estragos. Vão para a manifestação com a única intenção de vandalizar alguma coisa. Só mostram que não sabem ao que vão, não sabem qual é a mensagem que aquela manifestação pretendia transmitir. Aos olhos do Governo esta minoria é vista como uma maioria de selvagens. Apenas selvagens.
Face aos atos violentos, a policia avisou algumas vezes que iria carregar caso não dispersassem. O “putos” de cara tapada cagaram de alto para a “Bábilon” e continuaram a atirar pedras. Dados os vários avisos a policia avançou ao cacete a torto e a direito.
O pior é como estes “putos” são novos e esguios, apesar de fumarem tabaco e outras merdas, tem mobilidade suficiente para fugir e correr rápido. Ao contrario de outros manifestantes que estavam no local a mostrar a sua indignação, que pela idade ou coisa que o valha, não conseguiram fugir e levaram com bastonadas bem no meio das cabeças.
Possivelmente tiveram de se deslocar ao hospital para pagar 20 € de taxa moderadora. No dia a seguir acordaram com uma dor de cabeça para ir trabalhar e sem 20 € que teriam de parte para poder fazer 2 ou 3 boas refeições.
Conclusão: Continuamos um povo de mansos e agora somos também um povo estupido. Obrigado às minorias.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Greve de escrever sobre Greve
Cá estamos nós no meio ou mais atrás de mais uma greve Geral.
Não vou escrever nada sobre greve, porque já o fiz antes.
A minha opinião não mudou muito.
Considero que a greve não é um bom instrumento de luta, pelo
menos nos dias de hoje. Manifestações SIM, Greves Não!
Se for do vosso interesse podem ler os posts anteriores, enquanto
comem um iogurte grego com pedaços: GREVE
GERAL? e o O
que ganhamos com a greve geral?
Porquê um iogurte? Não sei, acho que meu deu a fome e gosto
muito de iogurtes. Iogurtes e seios.
Cordiais cumprimentos com meiguice do vosso fura greves
preferido.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Da Isabelinha Jonet
Depois do post sobre a gorda onde a Isabel Jonet veio ao barulho, senti a necessidade de falar um pouco mais sobre o assunto…
Não foi preciso e não é preciso vir uma Tia à televisão, que
faz caridade porque não tem mais nada que fazer, dado que não precisa de
trabalhar, dizer que temos de poupar, recorrendo a exemplos completamente
estapafúrdios.
As afirmações da Isabel Jonet são muito discutíveis. Por um lado é verdade que muita gente andou a
viver à grande e à francesa, com o auxilio de créditos para ir de férias e
comprar carros novos. Mas não podemos generalizar esta conversa.
Está claro que é necessário não deixar a água a correr,
apagar as luzes, não deixar os equipamentos em stand-by, deixar o carro na
garagem e andar de transportes públicos, etc, etc, etc…
Acho que é obvio que as famílias que atravessam graves
dificuldades financeiras, não podem aprender a ficar ainda mais pobres. Também acho
que não foi intenção de Jonet falar destas pessoas….
Eu enquadro-me no tipo de famílias que forçosamente tiveram
de apertar o cinto e de prescindir de alguns luxos. No meu caso em particular o
ajuste foi pró-ativo, noutros casos dado o aumento constante de impostos e
diminuição de salários, o ajuste foi simplesmente natural.
Não foi preciso e não é preciso vir uma Tia à televisão, que
faz caridade porque não tem mais nada que fazer, dado que não precisa de
trabalhar, dizer que temos de poupar, recorrendo a exemplos completamente
estapafúrdios.
1º Não somos da Elite, mas não somos estúpidos.
2º Não temos de ouvir estas merdas de uma pessoa que tem a
barriga bem cheia. Para isso existem políticos;
3º Estamos cansados de ouvir que conseguimos apertar mais o cinto e que aguentamos tudo e mais
alguma coisa.
E claro que este meu desagrado para com as afirmações da Jonet
não lhe retiram o mérito do bom trabalho desenvolvido no banco alimentar contra
a fome.
E pronto é só isto.
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